Mas, do alto da minha ignorância, o que vejo acontecer me lembra muito as tulipas holandesas do século XVII: o preço delas chegou a um patamar tão elevado que muitas pessoas compravam terras e casas com elas. Mas chegou o dia em que havia tantas tulipas no mercado que a bolha estourou, levando com ela as economias de muitos investidores.
VEJA OS DETALHES E FIQUE ESPERTO!
http://opequenoinvestidor.com.br/2009/11/bolha-imobiliaria-em-brasilia/
Ainda a bolha imobiliária de Brasília...
http://opequenoinvestidor.com.br/2009/11/ainda-a-bolha-imobiliaria-de-brasilia/
A bolha imobiliária de brasília e os aluguéis
http://opequenoinvestidor.com.br/2009/11/a-bolha-imobiliaria-de-brasilia-e-os-alugueis/
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Avaliação de Imóveis pela ABNT
As normas brasileiras da ABNT que estabelecem os procedimentos para avaliação de imóveis são:
NBR 14653-1 - Avaliação de bens - Parte 1: Procedimentos gerais;
NBR 14653-2 - Avaliação de bens - Parte 2: Imóveis urbanos e
NBR 14653-3 - Avaliação de bens - Parte 3: Imóveis rurais
Nos aspectos que dizem respeito à avaliação de imóveis, segundo as definições das normas, na elaboração do laudo de avaliação patrimonial são considerados os seguintes elementos que influenciam o valor final do imóvel:
PARA A AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS URBANOS:
Aproveitamento eficiente
Aquele recomendável e tecnicamente possível para o local, numa data de referência, observada a tendência mercadológica nas circunvizinhanças, entre os diversos usos permitidos pela legislação pertinente
Área de servidão
Parte do imóvel serviente diretamente atingida pela servidão
Área total de construção
Resultante do somatório da área real privativa e da área comum atribuídas a uma unidade autônoma, definidas conforme a ABNT NBR 12721
Área útil da unidade
Área real privativa, definida na ABNT NBR 12721, subtraída a área ocupada pelas paredes e outros elementos construtivos que impeçam ou dificultem sua utilização
BDI
Percentual que indica os benefícios e despesas indiretas incidentes sobre o custo direto da construção
Códigos alocados
Ordenação numeral (notas ou pesos) para diferenciar as características qualitativas dos imóveis
Conciliação
Adoção do valor final, devidamente justificado, em função dos resultados obtidos, quando utilizado mais de um método
Defeitos construtivos
Anomalias que podem causar danos efetivos ou representar ameaça potencial à saúde ou à segurança do usuário, decorrentes de falhas do projeto, do serviço ou do material aplicado na execução da construção
Depreciação física
Perda de valor em função do desgaste das partes constitutivas de benfeitorias, resultante de decrepitude, deterioração ou mutilação
Desmembramento
Subdivisão de um terreno em lotes destinados a edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique a abertura de novas vias e logradouros públicos, nem o prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes
Domínio
Direito real que submete a propriedade, de maneira legal, absoluta e exclusiva, ao poder e vontade de alguém
Domínio direto
Aquele pertencente ao proprietário do imóvel sob o instituto da enfiteuse
Domínio pleno
Domínio total, que é a soma do domínio útil com o domínio direto
Domínio útil
Direito atribuído ao enfiteuta de se utilizar do imóvel, podendo extrair dele seus frutos, vantagens e rendimentos econômicos
Edifício
Construção com mais de um pavimento, destinada a abrigar atividades institucionais, comerciais, industriais ou habitações multifamiliares
Equipamento comunitário
Benfeitoria que visa atender às necessidades básicas de saúde, educação, transporte, segurança ou lazer da comunidade
Entidades técnicas reconhecidas
Organizações e instituições, representativas dos engenheiros de avaliações e registradas no sistema CONFEA/CREA
Estado de conservação
Situação física de um bem em decorrência de sua manutenção
Fração ideal
Percentual pertencente a cada um dos compradores (condôminos) no terreno e nas coisas comuns da edificação
Frente projetada
Menor projeção da frente real sobre a normal a um dos lados, quando estes são convergentes na direção dos fundos, ou a corda, no caso de frente em curva
Frente real
Projeção horizontal da linha divisória do imóvel com a via de acesso
Frente de referência
Frente da situação paradigma adotada
Gabarito de altura
Altura máxima de uma edificação permitida legalmente para um determinado local
Gleba urbanizável
Terreno passível de receber obras de infra-estrutura urbana, visando o seu aproveitamento eficiente, através de loteamento, desmembramento ou implantação de empreendimento
Idade aparente
Idade atribuída ao imóvel de modo a refletir sua utilização, funcionalidade, partido arquitetônico, materiais empregados, entre outros
Idade real
Tempo decorrido desde a conclusão de fato da construção até a data de referência
Imóvel alodial
Aquele livre de quaisquer ônus, encargos, foros ou pensões
Imóvel de referência
Dado de mercado com características comparáveis às do imóvel avaliando
Imóvel dominante
Imóvel que impõe restrição a outro por servidão (por exemplo: lote encravado)
Imóvel paradigma
Imóvel hipotético cujas características são adotadas como padrão representativo da região ou referencial da avaliação
Imóvel com vocação urbana
Imóvel em local com características, uso, ocupação, acesso e melhoramentos públicos disponíveis que possibilitam sua utilização imediata para fins urbanos
Imóvel urbano
Imóvel situado dentro do perímetro urbano definido em lei
Imóvel serviente
Imóvel que sofre restrição imposta por servidão
Infra-estrutura básica
Equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário, abastecimento de água potável, de energia elétrica pública e domiciliar e as vias de acesso
Lote
Porção de terreno resultante de parcelamento do solo urbano
Loteamento
Subdivisão de gleba em lotes destinados a edificações, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes
Luvas
Quantia paga pelo futuro inquilino, para assinatura ou transferência do contrato de locação, a título de remuneração do ponto comercial
Manutenção
Ações preventivas ou corretivas necessárias para preservar as condições normais de utilização de um bem
Outlier
Ponto atípico, identificado como estranho à massa de dados, que, ao ser retirado, melhora a qualidade de ajustamento do universo analisado
Padrão construtivo
Qualidade das benfeitorias em função das especificações dos projetos, de materiais, execução e mão-de-obra efetivamente utilizados na construção
Pé-direito
Distância vertical livre entre o piso e o teto
Percentual de comprometimento de área
Relação entre a área objeto de gravame e a área total do imóvel
Percentual de comprometimento de valor
Relação entre os valores da área atingida por um gravame, antes e depois da sua instituição
Planta de valores
Representação gráfica ou listagem dos valores genéricos de metro quadrado de terreno ou do imóvel numa mesma data
Pólo de influência
Local que, por suas características, influencia os valores dos imóveis, na medida de sua proximidade
Ponto comercial
Bem intangível que agrega valor ao imóvel comercial, decorrente de sua localização e expectativa de exploração comercial
Ponto influenciante
Ponto atípico que, quando retirado da amostra, altera significativamente os parâmetros estimados ou a estrutura linear da amostra
Posse
Detenção ou ocupação, com ou sem fruição, de coisa ou direito
Profundidade equivalente
Resultado numérico da divisão da área de um lote pela sua frente projetada principal
Quota-parte
Valor atribuído a uma fração ideal
Renda
Fruto da exploração de bens ou direitos, ou aplicação de capital
Segmento de área diretamente desmembrável
Parte de um terreno com frente para vias ou logradouros públicos oficiais, passível de aproveitamento econômico e legal
Terreno de fundo
Aquele que, situado no interior da quadra, se comunica com a via pública por um corredor de acesso
terreno encravado
Aquele que não se comunica com a via pública
Terreno interno
Aquele localizado em vila, passagem, travessa ou local assemelhado, acessório da malha viária do Município ou de propriedade de particulares, e que não consta oficialmente na Planta Genérica de Valores do Município
Terrenos acrescidos de marinha
Terrenos que se formarem, natural ou artificialmente, para o lado do mar ou dos rios e lagoas, em seguimento aos terrenos de marinha
Terrenos de marinha
Terrenos, em uma profundidade de 33 m, medidos horizontalmente, para a parte da terra, da posição da linha do preamar-médio de 1831, que:
a) são situados no continente, na costa marítima, nas ilhas e nas margens dos rios e lagoas, até onde se faça sentir a influência das marés;
b) contornam as ilhas situadas em zonas onde se faça sentir a influência das marés
a) são situados no continente, na costa marítima, nas ilhas e nas margens dos rios e lagoas, até onde se faça sentir a influência das marés;
b) contornam as ilhas situadas em zonas onde se faça sentir a influência das marés
Testada
Medida da frente
Unidade imobiliária padronizada
Imóvel de ocorrência usual e repetitiva no mercado imobiliário, comprovada através de pesquisa específica, e identificado de acordo com suas características construtivas
Valor depreciável
Diferença entre o custo de reprodução da benfeitoria e o seu valor residual
Variáveis-chave
Variáveis que, a priori e tradicionalmente, são importantes para a formação do valor do imóvel
Variáveis independentes
Variáveis que dão conteúdo lógico à formação do valor do imóvel objeto da avaliação
Variáveis qualitativas
Variáveis que não podem ser medidas ou contadas, mas apenas ordenadas ou hierarquizadas, de acordo com atributos inerentes ao bem (por exemplo: padrão construtivo, estado de conservação, qualidade do solo)
Variáveis quantitativas
Variáveis que podem ser medidas ou contadas (por exemplo: área privativa, número de quartos, número de vagas de garagem)
Variável dependente
Variável que se pretende explicar pelas variáveis independentes
Variável dicotômica
Variável que assume apenas dois valores
Variável proxy
Variável utilizada para substituir outra de difícil mensuração e que se presume guardar com ela relação de pertinência
Vício
Anomalia que afeta o desempenho de produtos ou serviços, ou os torna inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos ou prejuízos materiais ao consumidor
Vício construtivo
Vício que decorre de falha de projeto, de material aplicado na construção ou de execução
Vício de utilização
Vício que decorre de utilização inadequada ou falha na manutenção
Vocação do imóvel
Uso economicamente mais adequado de determinado imóvel em função das características próprias e do entorno, respeitadas as limitações legais
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Corretores na mira!
Geralmente as notícias que são publicadas a respeito da bolha imobiliária, costumam citar como os corretores fazem propagandas exageradas a respeito do imóvel que desejam vender. Boa parte dessa propaganda de fato acaba iludindo o comprador, tal como promessa de valorização constante do imóvel, prestações baixas (sem levar em conta os ajustes mensais que seguem algum índice), a melhor localização do mundo etc. Isso acaba ajudando também na valorização dos imóveis.
Obviamente o corretor faz isso porquê ele ganha uma certa comissão na venda do imóvel. Essa comissão geralmente costuma variar entre 3% (se for um corretor filiado a uma imobiliária), chegando em média até 6% (no caso de corretores autônomos).
Daí vem a pergunta? O corretor deve mesmo torcer para a alta dos preços dos imóveis? Eu diria que não, e eis a explicação: Quanto mais alto for o preço dos imóveis, em tese, menos pessoas irão comprar, buscando no aluguel uma alternativa à moradia. Isso significa que os corretores terão menos clientes e uma concorrência maior (seus "colegas" de profissão e que vão disputar seus clientes). Menos imóveis para vender significa menos comissão para os corretores.
É claro que num momento de especulação forte, como o que acredito estar acontecendo no setor imobiliário brasileiro de uma forma geral, os corretores não estão preocupados com a sustentabilidade do negócio, e sim com os ganhos atuais.
Obviamente o corretor faz isso porquê ele ganha uma certa comissão na venda do imóvel. Essa comissão geralmente costuma variar entre 3% (se for um corretor filiado a uma imobiliária), chegando em média até 6% (no caso de corretores autônomos).
Daí vem a pergunta? O corretor deve mesmo torcer para a alta dos preços dos imóveis? Eu diria que não, e eis a explicação: Quanto mais alto for o preço dos imóveis, em tese, menos pessoas irão comprar, buscando no aluguel uma alternativa à moradia. Isso significa que os corretores terão menos clientes e uma concorrência maior (seus "colegas" de profissão e que vão disputar seus clientes). Menos imóveis para vender significa menos comissão para os corretores.
É claro que num momento de especulação forte, como o que acredito estar acontecendo no setor imobiliário brasileiro de uma forma geral, os corretores não estão preocupados com a sustentabilidade do negócio, e sim com os ganhos atuais.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Brasília está fazendo uma BOLHA
Mais um excelente artigo a cerca do assunto da bolha imobiliária que vem se formando em Brasília. Foca também em como a corrupção generalizada tem feito o preço subir de forma meramente especulativa.
http://www.forumimobiliario.com.br/Marketing-Imobiliario/as-licoes-que-vem-de-brasilia.html
"Outro exemplo bastante comum, é o do cidadão que compra o imóvel para especular. Tudo funciona assim: o investidor paga R$ 50.000,00 de entrada no imóvel, que custa R$ 400.000,00, e paga prestações mensais de R$ 1.000,00. Mas a intenção dele não é comprar o imóvel, mas apenas especular com os preços. Dois anos depois, aquele imóvel está valendo R$ 600.000,00. Ele, então, vende o ágio por R$ 274.000,00 - os R$ 50.000,00 de entrada, mais R$ 24.000,00 que foram pagos de prestações mensais, mais os R$ 200.000,00 de valorização do imóvel. Ou seja, um lucro bruto de 270% em dois anos - lucro de R$ 200.000,00, tendo investido R$ 74.000.
É uma forma antiga, eu diria até “tradicional” de investimento no setor imobiliário. Funciona. Desde que os preços não se estabilizem (se caírem, então, é uma tragédia). Do jeito que está acontecendo em Brasília, esse esquema se parece com as “pirâmides” financeiras e não tem sustentabilidade no longo prazo."
http://www.forumimobiliario.com.br/Marketing-Imobiliario/as-licoes-que-vem-de-brasilia.html
"Outro exemplo bastante comum, é o do cidadão que compra o imóvel para especular. Tudo funciona assim: o investidor paga R$ 50.000,00 de entrada no imóvel, que custa R$ 400.000,00, e paga prestações mensais de R$ 1.000,00. Mas a intenção dele não é comprar o imóvel, mas apenas especular com os preços. Dois anos depois, aquele imóvel está valendo R$ 600.000,00. Ele, então, vende o ágio por R$ 274.000,00 - os R$ 50.000,00 de entrada, mais R$ 24.000,00 que foram pagos de prestações mensais, mais os R$ 200.000,00 de valorização do imóvel. Ou seja, um lucro bruto de 270% em dois anos - lucro de R$ 200.000,00, tendo investido R$ 74.000.
É uma forma antiga, eu diria até “tradicional” de investimento no setor imobiliário. Funciona. Desde que os preços não se estabilizem (se caírem, então, é uma tragédia). Do jeito que está acontecendo em Brasília, esse esquema se parece com as “pirâmides” financeiras e não tem sustentabilidade no longo prazo."
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Avaliação, o que o mercado diz?!!! nem tudo é verdade!
Como avaliar um imóvel usado?
Na hora de comprar ou vender um imóvel usado, fica a dúvida se o valor cobrado é justo. Quem vende, pensa estar perdendo (99%), pensa que poderia esperar um pouco e fazer um negócio melhor. Para quem compra, pensa que procurou pouco e até pode estar sendo enganado.
Para que isso não aconteça, é necessário observar certos aspectos, que vão desde a localização do imóvel até mesmo o seu estado de conservação.
Outros detalhes, no caso de apartamentos, como área de lazer e quantidade de garagens, também são essenciais para se avaliar adequadamente uma unidade. Contratar um profissional sempre é a melhor escolha.
Em um mesmo edifício é possível encontrar apartamentos de preços variados, dependendo de sua posição. Andares mais altos são mais caros e se forem voltados para o sol da manhã, também possuem um acréscimo no valor. Em lugares em que a temperatura é muito alta, muito quente a busca é a face sul. Mas, quando a região é mais fria, a busca é para a face norte.
Acabamento . O acabamento e o estado de conservação do imóvel vêm em segundo lugar. Nesse caso, a idade do imóvel é importante, assim como o acabamento da fachada de um prédio. Imóveis mais conservados causam uma primeira impressão melhor do que se estivessem com a pintura gasta ou algum tipo de vazamento. Uma reforma na fachada irá onerar a taxa do condomínio.
Uma reforma interna também deve ser levada em consideração. Os serviços básicos de manutenção devem ser calculados antes de avaliar ou colocar o imóvel à venda. O comprador hoje é um público muito exigente e pode fazer o preço inicial cair por causa desses pequenos detalhes. O valor gasto na pintura de um apartamento de R$ 160 mil, por exemplo, não chega a 0,5% do preço do imóvel. Quando os gastos para a reforma básica assumem um compromisso acima deste valor, significa “problemas sérios”.
Você não pode levar em conta a “personalização”. Se você vai reformar um apartamento, não que seja necessário. Mas, sim uma decoração personalizada, estes calculos não serão levados em conta na avaliação do imóvel. Lembrando que quanto mais você personaliza, mais difícil é vendê-lo mais tarde, se você precisar.
Garagem e área de lazer fazem uma grande diferença. Livre, coberta, descoberta, presa, compartilhada.
O terceiro fator na hora de estabelecer o preço de um imóvel usado são os complementos, como garagens, área de lazer e outros itens, como segurança, que fazem o diferencial na hora da avaliação. Um imóvel pode valer até 10% a mais se tiver uma outra vaga de garagem. E até em 20% se possuir uma área de lazer completa, quando comparado com outro imóvel na mesma rua, com as mesmas características, mas que possua um lazer menor.
Acabamento, localização e vista ajudam a fixar preço. Quando você pensar em colocar o seu apartamento para vender faça uma pesquisa para avaliar o preço médio de imóveis do mesmo porte do seu, nas proximidades. Leve em conta a idade da construção.
A avaliação de um corretor dá mais segurança ao valor pedido, porque é um profissional qualificado para este tipo de trabalho.
O fato do apartamento também já estar todo montado e com acabamento em boas condições também é um fator que pesa na hora de avaliar o imóvel.
Outro ponto são as áreas comuns do prédio, que tem fachada conservada, revestida em granito e uma área de lazer com piscina, churrasqueira, playground e miniquadra. Estrutura.
Avaliação correta e maior segurança.
Quando for verificar o preço para venda ou compra de um imóvel, o interessado pode começar pesquisando os valores cobrados pelo metro quadrado na região, no seu bairro. Esse tipo de avaliação pode ser feito consultando anúncios de vendas ou imobiliárias. Comparar os imóveis à venda na região onde está localizado a unidade que se pretende avaliar, também ajuda a se aproximar do valor real do imóvel.
Mas para chegar ao valor justo, o ideal é consultar um profissional de corretagem de imóveis, devidamente cadastrado junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis, solicitando sua visita ao imóvel.
Para quem vai vender um imóvel, o ideal é dar opção de exclusividade de venda ao corretor. Dessa forma, ele trabalha com maior comprometimento, sabendo que é o único profissional trabalhando com aquele imóvel, investindo mais na divulgação do produto e até fazendo parceria com outro corretor sem ônus para o vendedor. Também fica fácil controlar as visitas, o que gera mais segurança para o vendedor.
Na hora de comprar ou vender um imóvel usado, fica a dúvida se o valor cobrado é justo. Quem vende, pensa estar perdendo (99%), pensa que poderia esperar um pouco e fazer um negócio melhor. Para quem compra, pensa que procurou pouco e até pode estar sendo enganado.
Para que isso não aconteça, é necessário observar certos aspectos, que vão desde a localização do imóvel até mesmo o seu estado de conservação.
Outros detalhes, no caso de apartamentos, como área de lazer e quantidade de garagens, também são essenciais para se avaliar adequadamente uma unidade. Contratar um profissional sempre é a melhor escolha.
Em um mesmo edifício é possível encontrar apartamentos de preços variados, dependendo de sua posição. Andares mais altos são mais caros e se forem voltados para o sol da manhã, também possuem um acréscimo no valor. Em lugares em que a temperatura é muito alta, muito quente a busca é a face sul. Mas, quando a região é mais fria, a busca é para a face norte.
Acabamento . O acabamento e o estado de conservação do imóvel vêm em segundo lugar. Nesse caso, a idade do imóvel é importante, assim como o acabamento da fachada de um prédio. Imóveis mais conservados causam uma primeira impressão melhor do que se estivessem com a pintura gasta ou algum tipo de vazamento. Uma reforma na fachada irá onerar a taxa do condomínio.
Uma reforma interna também deve ser levada em consideração. Os serviços básicos de manutenção devem ser calculados antes de avaliar ou colocar o imóvel à venda. O comprador hoje é um público muito exigente e pode fazer o preço inicial cair por causa desses pequenos detalhes. O valor gasto na pintura de um apartamento de R$ 160 mil, por exemplo, não chega a 0,5% do preço do imóvel. Quando os gastos para a reforma básica assumem um compromisso acima deste valor, significa “problemas sérios”.
Você não pode levar em conta a “personalização”. Se você vai reformar um apartamento, não que seja necessário. Mas, sim uma decoração personalizada, estes calculos não serão levados em conta na avaliação do imóvel. Lembrando que quanto mais você personaliza, mais difícil é vendê-lo mais tarde, se você precisar.
Garagem e área de lazer fazem uma grande diferença. Livre, coberta, descoberta, presa, compartilhada.
O terceiro fator na hora de estabelecer o preço de um imóvel usado são os complementos, como garagens, área de lazer e outros itens, como segurança, que fazem o diferencial na hora da avaliação. Um imóvel pode valer até 10% a mais se tiver uma outra vaga de garagem. E até em 20% se possuir uma área de lazer completa, quando comparado com outro imóvel na mesma rua, com as mesmas características, mas que possua um lazer menor.
Acabamento, localização e vista ajudam a fixar preço. Quando você pensar em colocar o seu apartamento para vender faça uma pesquisa para avaliar o preço médio de imóveis do mesmo porte do seu, nas proximidades. Leve em conta a idade da construção.
A avaliação de um corretor dá mais segurança ao valor pedido, porque é um profissional qualificado para este tipo de trabalho.
O fato do apartamento também já estar todo montado e com acabamento em boas condições também é um fator que pesa na hora de avaliar o imóvel.
Outro ponto são as áreas comuns do prédio, que tem fachada conservada, revestida em granito e uma área de lazer com piscina, churrasqueira, playground e miniquadra. Estrutura.
Avaliação correta e maior segurança.
Quando for verificar o preço para venda ou compra de um imóvel, o interessado pode começar pesquisando os valores cobrados pelo metro quadrado na região, no seu bairro. Esse tipo de avaliação pode ser feito consultando anúncios de vendas ou imobiliárias. Comparar os imóveis à venda na região onde está localizado a unidade que se pretende avaliar, também ajuda a se aproximar do valor real do imóvel.
Mas para chegar ao valor justo, o ideal é consultar um profissional de corretagem de imóveis, devidamente cadastrado junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis, solicitando sua visita ao imóvel.
Para quem vai vender um imóvel, o ideal é dar opção de exclusividade de venda ao corretor. Dessa forma, ele trabalha com maior comprometimento, sabendo que é o único profissional trabalhando com aquele imóvel, investindo mais na divulgação do produto e até fazendo parceria com outro corretor sem ônus para o vendedor. Também fica fácil controlar as visitas, o que gera mais segurança para o vendedor.
domingo, 10 de outubro de 2010
Opinião do povo sempre dá ERRADO
Existe um famoso livro de investimentos, chamado Os Axiomas de Zurich, que nos traz um alerta do que pode estar acontecendo hoje em dia com o mercado imobiliário brasileiro:
DÉCIMO GRANDE AXIOMA: DO CONSENSO
Fuja da opinião da maioria. Provavelmente está errada.
Jamais embarque nas especulações da moda. Com freqüência, a melhor hora de se comprar alguma coisa é quando ninguém a quer.
Conclusão: Antes de arriscar seu dinheiro seguindo a opinião da maioria, pondere e avalie por si mesmo se a decisão é acertada ou não.
Alguém consegue se lembrar do que aconteceu com o mercado de ações devido a crise de 2008? Revistas, jornais e televisão noticiavam a euforia pelo fato do Brasil ter conseguido o Investment Grade. Era a hora de investir na bolsa, diziam eles. Foi o que a maioria acabou fazendo, e depois, tudo despencou. Se você está comprando um imóvel pensando meramente em investir, pergunte-se: Você está preparado para lidar com a queda de preços? Ou ainda pior, você está preparado para um longo período sem comprador para seu imóvel? Você conseguiria bancar um aumento na taxa de juros?
DÉCIMO GRANDE AXIOMA: DO CONSENSO
Fuja da opinião da maioria. Provavelmente está errada.
Jamais embarque nas especulações da moda. Com freqüência, a melhor hora de se comprar alguma coisa é quando ninguém a quer.
Conclusão: Antes de arriscar seu dinheiro seguindo a opinião da maioria, pondere e avalie por si mesmo se a decisão é acertada ou não.
Alguém consegue se lembrar do que aconteceu com o mercado de ações devido a crise de 2008? Revistas, jornais e televisão noticiavam a euforia pelo fato do Brasil ter conseguido o Investment Grade. Era a hora de investir na bolsa, diziam eles. Foi o que a maioria acabou fazendo, e depois, tudo despencou. Se você está comprando um imóvel pensando meramente em investir, pergunte-se: Você está preparado para lidar com a queda de preços? Ou ainda pior, você está preparado para um longo período sem comprador para seu imóvel? Você conseguiria bancar um aumento na taxa de juros?
sábado, 9 de outubro de 2010
Condomínios em Brasília
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